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Economia de São Tomé e Príncipe

Em São Tomé e Príncipe, os principais recursos naturais e produções são o cacau, copra, café, óleo de palma, noz de coco e petróleo. Noventa por cento das receitas de exportação advêm das monoculturas de cacau, com as plantações estatais a ocupar 80 por cento da área de cultivo. Paralelamente são exportados copra, sementes de palma e café. Setenta por cento dos víveres têm de ser importados. A indústria limita-se à transformação dos produtos agrários.

Por outro lado, a indústria turística santomense tem um potencial considerável, facto reconhecido pelo Governo que já toma medidas de incentivo e de dinamização do setor. As entidades governamentais estão também optimistas em relação ao desenvolvimento dos recursos petrolíferos nas águas territoriais, ricas em petróleo no Golfo da Guiné.

Em 2007, o PIB apresentou um crescimento de 6%, como resultado de aumentos de despesas públicas e de capitais relacionados com investimentos de petróleo. O Produto Interno Bruto está dividido do seguinte modo: agricultura e silvicultura (20 por cento), produção industrial (19 por cento) e prestação de serviços (61 por cento).

O país debate-se com dificuldades devido à dívida externa, tendo beneficiado de 200 milhões de dólares em Dezembro de 2000, no âmbito do programa dos Países Pobres Altamente Endividados (PPAE). Em Agosto de 2005, São Tomé integrou um programa de Facilidade para a Redução da Pobreza e Crescimento (PRGF), no valor de 4,3 milhões de dólares. De acordo com dados de 2001 do Banco Mundial 54 por cento da população continua a viver abaixo do limiar de pobreza.

Principalmente o sector da prestação de serviços poderia ser consideravelmente alargado com o aumento do turismo. Os parceiros comerciais mais importantes são os países da U.E. (60% Portugal) e Angola. STP encontra-se em 142º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano de 2014.

Fontes:
São Tomé
CIA – The World Factbook