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História e Cultura da Guiné-Bissau


História

No século XIII, chegam a esta região da costa ocidental de África os povos naulu e landurna, na sequência do declínio do império do Ghana.

No século seguinte, esta zona passa a integrar o vasto império do Mali, vindo os primeiros navegadores portugueses a estabelecer contacto com o território em 1446/ 1447.

A Guiné-Bissau fazia, então, parte do império de Mali. Os portugueses não ficaram com o controlo do interior do país senão em 1915. Para deixarem o poder, obrigaram os guíneos a empreender a guerra de libertação mais prolongada de África. Embora os rebeldes do Partido Africano para a Libertação de Guiné e Cabo Verde tivessem declarado unilateralmente a independência em 1973, só em 1974 Portugal se resignou a abandonar o país.

Amílcar Cabral, líder dos independentistas, foi assassinado seis meses antes de alcançar a independência, tendo-o substituído o seu meio-irmão Luís Cabral, que se tornou no primeiro presidente do novo país.

Após as tentativas de união de Cabo Verde e Guiné-Bissau, Cabral foi destituído pelo primeiro-ministro, Bernardo Vieira, que assumiu o governo do país com determinação e independência. Em 1991, após muitos anos de governo de partido único, Vieira autorizou a criação de partidos de oposição. Em 1994 realizaram-se eleições presidenciais, ganhas por Vieira.

Em Setembro de 2003, teve lugar outro golpe militar. O presidente Yala foi então preso sob a alegação de ser incapaz de resolver problemas. Após terem sido adiadas por inúmeras vezes, as eleições legislativas aconteceram em Abril de 2004. Um motim em diversas facções das forças armadas em Outubro de 2004 resultou na morte do comandante-mor das forças da Guiné-Bissau, causando comoção por todo o país.

Em 2005 realizaram-se novas eleições presidenciais ganhas por João Bernardo “Nino” Vieira (o presidente deposto em 1998), ainda que envoltas em polémica.

Fontes:
Republica Guiné-Bissau Government
Guiné Bissau – Acção para o desenvolvimento

Cultura

A Guiné-Bissau possui uma herança cultural bastante rica e diversificada. A cultura varia de etnia para etnia, exprimindo-se na diferença linguística, na dança, na expressão artística, na profissão, na tradição musical e até nas manifestações culturais. A dança é, contudo, uma verdadeira expressão artística dos diferentes grupos étnicos.

Na cultura guineense não podem ser descuradas as manifestações de dois dos grupos étnicos com maior expressão, os Fula e os Balanta. Enquanto que os Fula se regem por um sistema económico e feudalista com uma organização fortemente hierárquica, os Balanta organizam-se em comunidades, não havendo diferenciação de classes, e possuem propriedades comunitárias.

Os povos animistas caracterizam-se pelas suas belas e coloridas coreografias. No dia a dia, estas fantásticas manifestações culturais podem ser observadas na altura das colheitas, dos casamentos, dos funerais e das cerimónias de iniciação.

O estilo musical mais importante do país é o gumbé. O Carnaval guineense é completamente original, com características próprias, tem evoluído bastante, constituindo uma das maiores manifestações culturais do País.

A cultura do país reflecte-se também na arte bijagó, arte fula, arte mandinga, arte nalú, cestaria, olaria, tecelagem e outros.

Fontes:
Republica Guiné-Bissau Government
Guiné Bissau – Acção para o desenvolvimento

IPAD Fundação Calouste Gulbenkian Montepio
 
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